
Um dos princípios do software para os que fizeram faculdade de informática é que ele não se degrada com o tempo, no entanto parece que essa regra não é sempre válida, principalmente quando falamos no funcionamento dos sistemas operacionais.
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Um dos princípios do software para os que fizeram faculdade de informática é que ele não se degrada com o tempo, no entanto parece que essa regra não é sempre válida, principalmente quando falamos no funcionamento dos sistemas operacionais.
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Do Mosaic ao Chrome, a guerra dos navegadores foi travada há vários anos atrás com muitas batalhas importantes ao longo desse tempo todo.
Mas nos tempos de hoje, o vencedor não será aquele que embutir o navegador com parceiros, mas o que chegar na melhor velocidade.
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Já viajou para um lugar em tempos modernos que você queira um simples acesso Wi-fi para checar e-mails ou consultar mapas e levou uma boa surpresa?
É verdade: a internet até hoje não é realidade no país e seu acesso é apenas para as classes com mais poder aquisitivo.
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Com a portabilidade chegando em todo o país é bom ficar por dentro na diferença entre uma tecnologia e outra de telefonia móvel para entender a evolução no setor.
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26/11/2007 as 20:08
Um texto denso é caracterizado por um grande bloco de conteúdo que costuma afastar pessoas da leitura. Mesmo que a área reservada para o texto contenha instruções importantes para o usuário é preciso estar ciente que apenas um pequeno percentual de pessoas irá lê-lo efetivamente.
Geralmente, usuários tendem a ler grandes instruções somente após diversas tentativas fracassadas de aprender sozinhos. Ao visualizar uma página com muito texto o usuário tem a impressão de que terá um trabalho intenso para recuperar a informação que ele precisa.
O grande segredo para a escrita na Web é a omissão de palavras desnecessárias, incluindo o tão comum texto introdutório ou de boas vindas, encontrados em diversos sites da Internet. Esse trabalho não deve ser realizado pelo designer, mas por um profissional de lingüística. Se o conteúdo for mal escrito e desorganizado, os usuários terão dificuldade para completar o vieram realizar no site. Um site visualmente elegante deve atrair a curiosidade para o conteúdo. Se este não for bem elaborado, irá repelir as pessoas ao invés de atrair.
“O texto deve ser breve, escaneável e acessível. Em geral, você deve utilizar metade das palavras para a Web do que utilizaria para mídias impressas” afirma Nielsen. O conteúdo para a Web deve ser claro e conciso, mas, ao contrário da redação impressa, deve-se iniciar o texto com a conclusão.
Na parte de apresentação, o ideal para um texto é que ele tenha uma fonte com dez ou mais pontos em um fundo branco ou, caso não seja possível o fundo totalmente branco, devem-se evitar os fundos visualmente poluídos. Diminuir a fonte para acrescentar mais texto não é solução por significar menos leitura por parte dos usuários.
Textos gráficos também devem ser evitados por afetar diretamente a acessibilidade e não permitir que o usuário altere a fonte para o tamanho desejado no navegador. Deve-se ainda extinguir o uso de texto em movimento, por dificultar a leitura contínua do usuário e frases com todas as letras em maiúsculo por dar a impressão que o texto está sendo gritado ao usuário.
Artigo escrito com base no tópico “Escrita de texto na Web” da minha pesquisa atual “Utilização de técnicas de usabilidade para Sistemas Web” para conclusão do curso de especialização.
Contém idéias de Jakob Nielsen e Steve Krug.
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08/08/2007 as 11:01
Gastar rios de dinheiro em uma campanha publicitária hoje não faz sentido se ela não incluir uma Publicidade Viral junto.
O nome “Viral” nesse tipo de publicidade não vem de distribuir nenhum tipo de vírus, mas sim de espalhar a campanha como se fosse um. Na verdade, os próprios usuários seriam os responsáveis por fazer a divulgação da sua campanha, sem que o anunciante pague nada por isso.
As campanhas criadas para ser Publicidade Viral devem ser criativas ou engraçadas para fazer com que o usuário se sinta motivado a espalhá-la. Esse tipo de marketing pode ser considerado como um complemento para o marketing feito para a Internet, uma vez que pode ser um vídeo, um jogo em Flash, uma piada publicitária ou mesmo um rumor de um novo produto.
O segredo para esse tipo de publicidade é a comunidade. Facilitar a difusão da campanha é um pré-requisito. Você já reparou quantos e-mails você já recebeu com a mensagem de “Olha que vídeo legal!” junto? Essas mensagem costuma vir com o vídeo em anexo ou o link para o YouTube e, em geral, são vídeos curtos de propagandas criadas por empresas.
Ao iniciar uma nova campanha, pense nesse novo tipo de publicidade e utilize-a como complemento para elas. Como um teste, assista o vídeo abaixo (que foi espalhado como Publicidade Viral por e-mail) e repare na marca que aparece no final. Por curiosidade, ao final, clique no vídeo e confira a quantidade de vezes que ele foi assistido. Os números não mentem.
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Você já parou para pensar quanto a Internet influência na sua vida real? Na verdade, essa separação de real e virtual já não existe mais e a convergência das mídias já aconteceu há algum tempo. Vamos ao banco, fazemos compras, conversamos e sabemos da vida de todo mundo através da Internet. A questão é saber identificar até onde a vida atrás de uma tela de computador influencia o que está do outro lado.No início do uso da Internet, nós “precisávamos” checar os e-mails 2 vezes por dia, e já era considerado um absurdo. Hoje, os softwares já checam os e-mails automaticamente a cada 2 minutos (!), sem falar do Blackberry, onde você tem o e-mail na mão o dia todo. O orkut também é um exemplo em que as pessoas passam lá para ver se alguém deixou um recado e bisbilhotar a vida de outras ou mesmo saber daquele velo amigo que não dá notícias há anos ou saber se ele já está até casado. Ainda no ramo de comunidades virtuais, não posso deixar de citar o SecondLife onde, como a tradução do próprio nome já diz, é a sua segunda vida, em que você precisa trabalhar, estudar e, enfim, viver.Fazer uma pesquisa de trabalho escolar nunca mais foi a mesma coisa depois da Internet. Poucos ainda vão até prateleira atrás das centenas de volumes da Barsa: vão direto no Google e fazem sua busca. Se quiserem um artigo sobre um assunto, vão direto na Wikipedia, a enciclopédia online gratuita, mesmo não sendo um local muito confiável para encontrar informações verdadeiras.A entrada da Internet nas nossas vidas não pára por aí. Você deve lembrar das redes P2P que permitiam que os usuários copiassem (ilegalmente) músicas e vídeos na Internet. Nessa lista há nomes como Napster, AudioGalaxy, Kazaa, eDonkey… Os criadores do Kazaa ainda foram além e criaram o Skype que trouxe através da Internet uma nova forma (mais barata) de realizar ligações telefônicas através da Internet. Surgiu aí o VoIP. Os mesmos criadores agora estão partindo para um outro serviço chamado Joost que pretende revolucionar, através da Internet, a forma que você assiste televisão.A Internet também está presente agências de publicidade e campanhas. Ela é uma mídia que consegue atingir o público diretamente e com possibilidade de interatividade com a campanha. Peças (como são chamados os materiais criados por agências) são criadas exclusivamente para a Internet. Existem agências especializadas na criação de campanhas para Web, como é o caso da renomada AgênciaClick. Os maiores prêmios no ramo de publicidade e marketing também já incluem campanhas feitas na Web.Não podemos esquecer de citar os boatos sobre artistas, lendas e etc. que circulam pela Internet. Se você acessa a Internet há mais de um ano deve se lembrar do boato que surgiu sobre a numeração no fundo das embalagens de leite. Se nunca ouviu, é fácil de achar na Internet. A polêmica foi tão grande que a Tetra Pak foi obrigada a esclarecer o assunto, inclusive com cartazes informativos nos supermercados.

Tetra Pak foi obrigada a esclarecer processo de fabricação de embalagem
Já vivemos a era onde a informática e a Internet fazem parte do dia-a-dia. A tendência é que todos os veículos de comunicação (televisão, rádio, telefonia celular e Internet) se integrem e virem um só produto. Como tudo na tecnologia, isso deve acontecer em poucos anos e, com certeza, você vai utilizar isso tudo sem perceber.
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06/02/2007 as 08:52A Internet trouxe diversas modas para o dia-a-dia das pessoas e o blog foi uma delas. O nome “blog” veio em 1994 a partir da palavra “Web log” que significa escrever acontecimentos do cotidiano e publicar na Internet. Inicialmente, essa prática nada mais era do que um diário pessoal onde as pessoas descreviam acontecimentos da vida como o que fez, o que comeu ou o que sentia. A diferença é que não precisava esconder da mãe, mas sim mostrar para todo o mundo. Os blogs foram logo incrementados com fotos (Photolog), vídeos (Vlog) e áudio (Podcast).
Em junho de 2005, a revista Veja publicou a matéria “Blog é coisa séria” que descrevia a proporção que o diário virtual tomou na Internet. A matéria levanta o fato de que as pessoas já não utilizam os blogs apenas para expor a sua vida, mas sim escrever matérias e artigos sobre fatos da vida real ou mesmo notícias e textos de opiniões políticas. Os blogs já são considerados por muitos publicações, assim como o jornal e a revista, com a diferença da participação do leitor para opinar ou deixar seu comentário na matéria sem burocracia.
Hoje diversas empresas criam blogs como forma de divulgar alguma novidade ou até blogs de um produto específico, comentando mudanças e aperfeiçoamentos, tudo de uma maneira informal e descontraída. Com isso, eles podem ter um retorno rápido do cliente, que já deixa seu comentário bem ali. Segundo o serviço de busca especializado em blogs Technorati, os “diários” já somam mais de 66 milhões espalhados pela Internet em vários países.
O jornalismo informal dos blogs trouxe muita polêmica quando alguns “blogueiros” famosos na rede foram contratados para escreverem em sites de grandes portais. Há algumas semanas, por exemplo, a Bruna Surfistinha e o MrManson , dois blogueiros conhecidos pela polêmica nos textos que publicam em seus blogs, foram contratados para cobrir de uma forma cômica a edição de 2007 do São Paulo Fashion Week pelo portal de notícias da Rede Globo, o G1. O mesmo aconteceu com um grupo de garotas que foram contratadas pela Melissa para comentar o evento de moda mais badalado do Brasil.
O fenômeno dos blogs não veio apenas da necessidade de expor uma idéia ou a própria vida na Internet, mas também da facilidade na criação e publicação de novos artigos (ou posts) na página. Os sites que hospedam blogs contam com modelos prontos e personalizáveis para o site. A publicação pode ser feita com apenas um clique e adicionar referências a sites, fotos e vídeos em outros sites na Internet é tão fácil quanto digitar um texto. A configuração de comentários também é feita sem nenhuma dificuldade e para os visitantes, os blogs já contam por padrão com os arquivos RSS para serem avisados quando o conteúdo for atualizado.
Está curioso para saber como é ter seu pensamento publicado em toda a internet? Começar é simples rápido e gratuito. Basta se cadastrar em um dos sites abaixo e deixar a imaginação fluir:
Publicado em 06 de Fevereiro de 2007, no caderno Viva! do Jornal de Brasília
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30/01/2007 as 08:00
A censura dos meios de comunicação não é novidade alguma como medida preventiva do governo de diversos países. O medo de que a verdade seja anunciada para toda uma população é de dar frio na espinha de qualquer governante. No Brasil, o caso de censura mais conhecido foi o aplicado pelo governo de 1964 que inibia a liberdade de imprensa.
Se você acha que isso é coisa do passado, está enganado. Em 2002, o jornal de maior circulação em Brasília foi proibido de publicar uma matéria que divulgaria trechos de escutas telefônicas de funcionários do governo da cidade. Em outros países a situação é ainda mais complicada.
Se você pensar que a Internet é um meio livre de censura com conteúdo colaborativo, estaria enganado outra vez. É exatamente o caso do governo imperialista chinês, que detêm o poder sobre o que os internautas podem acessar. Para ter uma idéia, na China, sites e blogs com conteúdo político têm seu acesso bloqueado. A Wikipédia, enciclopédia on-line escrita pelos usuários, já foi bloqueada por lá até que seu conteúdo tenha se adequado às normas.
As ferramentas de busca também têm seus resultados filtrados de acordo com o que o governo exige. O Yahoo! China foi uma das primeiras a chegarem ao país, mas os resultados com “conteúdo proibido” não apareciam na lista. Em 2006, o Google abriu um escritório no país e o caso não foi diferente, embora eles tenham sido os primeiros a alertarem os usuários sobre o filtro. Os usuários ainda podem acessar a versão americana do site sem o filtro, mas não têm acesso a sites como o Gmail ou o Blogger no país por questões de privacidade em relação ao governo chinês.
A censura atualmente não é exclusiva de governos imperialistas como o da China. No Brasil, em 2006, há casos como o do Orkut, serviço de relacionamento do Google, que foi ameaçado pelo governo de ser fechado caso a empresa não fornecesse informações de usuários e comunidades. Como conclusão, ganhou uma interface exclusiva que permite à Polícia Federal fechar comunidades e investigar usuários do sistema, se o conteúdo for ilegal.
O YouTube também não ficou fora da censura. O site de compartilhamento de vídeos mais comentado de 2006, comprado pelo Google por 1,65 bilhões de dólares, foi indiretamente escolhido como a celebridade do ano da revista Time e foi bloqueado no Brasil no início de 2007, causando um enorme alvoroço entre seus usuários no país. O caso foi iniciado quando, por volta de Outubro de 2006, foi espalhado na Internet cenas em que a modelo e apresentadora da MTV Daniella Cicarelli trocava mais do que carícias em uma praia pública com o seu namorado. Embora o site tenha bloqueado o vídeo, os usuários acabavam por colocá-lo novamente com nomes diferentes.
Conforme noticiado pelo portal Terra, a brincadeira da Cicarelli rendeu processos não só ao YouTube, mas ao portal iG, controlado pela BrasilTelecom e até mesmo à Rede Globo. Após a decisão judicial, todos os usuários assinantes da BrasilTelecom tiveram seu acesso ao site bloqueado até que encontrem uma forma efetiva de não veicular tal vídeo.
Precisamos entender que a Internet é uma forma de difundir informação muito dinâmica, com a vantagem de possuir conteúdo colaborativo. Assim como no mundo real, devemos usar o bom senso para julgar o que deveria ou não ser publicado. A Internet não é um mundo sem leis e a legislação em vigor prevê diversas punições para crimes cometidos no mundo virtual. Cabe aos usuários permitirem que o conteúdo permaneça livre e difundido, sem esquecer, é claro, que sempre tem alguém observando.
Publicado em 30 de janeiro de 2007, no caderno Viva! do Jornal de Brasília
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01/08/2006 as 11:16Publicado em 01 de agosto de 2006, no caderno Viva! do Jornal de Brasília
Desde a sua primeira aparição no Egito, o papel tem evoluído bastante durante os anos. Como não podia ser diferente, o papel precisava chegar à chamada “Era Digital”. Com desculpa de não poluir, poupar, organizar e facilitar, foi criado o papel digital. Uma das primeiras iniciativas foi dada pela Adobe em 1990, com a criação do formato de arquivo PDF (Portable Document Format).
O formato PDF demorou algum tempo para ser adotado no mercado porque inicialmente, os softwares para criação e leitura eram muito caros, além de exigirem um computador mais robusto para sua execução. Alguns anos depois, a Adobe tomou a decisão de distribuir gratuitamente o leitor (Acrobat Reader) gratuitamente, ato que impulsionou a disseminação do PDF.
Hoje o formato PDF é o papel digital mais utilizado no mundo. No entanto, assim como o papel tradicional, ele já sofreu algumas alterações. Ao longo dos anos, o leitor de PDF foi reformulado para facilitar a vida do usuário, agregando funções de busca avançada, otimização de leitura e carregamento mais rápido. Foram criadas outras alternativas ao Adobe Acrobat Reader, como o Foxit Reader, disponível em www.foxitsoftware.com. O formato também foi adaptado para ser compatível com leitores de tela (para deficientes visuais), otimização do tamanho do arquivo e incorporação de recursos multimídia (como vídeos e objetos 3D). O formato PDF tem sido padronizado sob algumas normas ISO, quanto à acessibilidade, desenho e impressão.
A criação de arquivos PDF, originalmente, só poderia ser realizada através dos próprios softwares da Adobe. Com o passar dos anos, outras alternativas foram criadas, dentre elas existe o PDF Creator, disponível em www.pdfforge.org. Esses softwares criam uma impressora virtual no computador e conseguem “imprimir” documentos diretamente para um arquivo. Existe também uma versão que permite a conversão de documentos PDF diretamente pela Internet (www.ps2pdf.com).
Embora o PDF seja o formato de papel digital mais utilizado, ele possui seus concorrentes. Em 2002, a Macromedia lançou o FlashPaper, onde é possível criar documentos no formato SWF. É possível ler o documento a partir de qualquer navegador que possua o plugin do Flash instalado. No entanto, em 2005 a Macromedia foi vendida para a Adobe e o futuro do FlashPaper ainda não foi revelado pela empresa. Há também o ODF (Open Documento Format), formato de padrão aberto, criado pela OpenOffice.org que visa principalmente a acessibilidade, através da utilização de tags XML para sua estrutura. A Microsoft anunciou que o novo Office 2007 será capaz de ler e criar arquivos compatíveis com o formato ODF (coisa que não acontece com o formato PDF).
Além dos arquivos de papel digital, ainda existem os leitores físicos, que tentam aproximar os livros à era digital. Diversos fabricantes, como a Sony, já tentaram lançar o livro comercialmente, mas fracassaram pelo preço dos equipamentos e a diversidade de padrões proprietários.
O papel digital já uma realidade para quem usa a Internet no dia a dia. A busca por informações é mais fácil e rápida do que no papel impresso. Até revistas já publicam conteúdo em formato digital, disponíveis inclusive para download. Não posso afirmar que será o fim do papel impresso, mas posso dizer que já podemos conviver pacificamente com papel impresso e digital com facilidades que só a era da informática podia prover.
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